Allan Kardec
Quando evocamos um parente ou
amigo, seja qual for a afeição que nos tenha conservado, não devemos esperar
essas demonstrações de ternura que nos pareceriam naturais depois de uma
dolorosa separação. Por ser calma, a afeição pode ser mais verdadeira que a que
se traduz por grandes demonstrações exteriores.
Os Espíritos pensam, mas não
agem como os homens:
dois Espíritos amigos se vêem, amam-se, sentem-se
felizes por se aproximarem, mas não têm necessidade de se lançarem aos braços
um do outro. Quando se comunicam conosco pela escrita, uma boa palavra lhes
basta e lhes diz muito mais do que palavras enfáticas.
Allan Kardec

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